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Rainha Iemanjá: radiobaliza apoiou a localização da emergência

Imagem da publicação original: Rainha Iemanjá: radiobaliza apoiou a localização da emergência
Imagem publicada no arquivo Orey Técnica; autor não identificado na notícia.

Notícia histórica. As campanhas e os eventos já terminaram. Marcas, preços, especificações e referências legais dizem respeito à época; não confirmam a oferta ou os requisitos atuais.

Os quatro tripulantes da embarcação de pesca Rainha Iemanjá foram salvos em 31 de janeiro pela Marinha Portuguesa e pela Força Aérea Portuguesa, na sequência do naufrágio junto à costa de São Miguel, após a receção do sinal emitido pela EPIRB, ou radiobaliza.

O sinal foi recebido pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada, MRCC, cerca das 02h00, na zona dos Ginetes, em São Miguel. Foram mobilizados para o local meios de salvamento da Autoridade Marítima Nacional, a corveta António Enes da Marinha Portuguesa, um avião C-295M e um helicóptero EH-101 Merlin da Força Aérea Portuguesa.

Os pescadores foram resgatados pelo helicóptero quando já se encontravam nas rochas. Apresentavam apenas sinais de hipotermia e foram encaminhados para o Hospital do Divino Espírito Santo. A embarcação Rainha Iemanjá já se encontrava perdida.

A radiobaliza da embarcação era uma SafeSea E100G da Ocean Signal, com GPS integrado, programada na estação de serviço da Orey Técnica em Lisboa em 31 de julho de 2015.

A publicação descrevia a SafeSea E100G como capaz de transmitir, em 30 segundos, a localização exata da embarcação obtida através do GPS integrado. A informação seria atualizada de 20 em 20 minutos e as transmissões captadas pelos satélites GEOSAR e LEOSAR. Destacava duas vantagens: a localização imediata da embarcação em perigo e a precisão do posicionamento de emergência.

Para mais informações, o artigo original remetia para a página deste produto.

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